A Judith Heumann cresceu a ouvir muitos "nãos" e nunca os aceitou como resposta. A sua história ensina a quem a lê, em especial às crianças com deficiência, que o problema nunca foi a nossa existência, os nossos corpos ou as nossas mentes. O problema é externo, e é no externo que temos de atuar.
Lutar pelo Sim é para todas as crianças, com ou sem deficiência, mas também para os adultos que ainda precisam de ser lembrados de que a acessibilidade que temos hoje foi conquistada com resistência, comunidade e uma forte recusa em continuar invisível. Nada sobre nós sem nós, e o que seria de nós sem a Judy?
Catarina Oliveira (@especierarasobrerodas)
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